Juraci Júnior é um artista que se forjou nestas águas amazônicas. Vivencia neste pedaço da floresta sua produção artística, que ao longo de 18 anos de trabalho, já produziu e participou de inúmeras linguagens da arte. Um multiartista, que passa dos palcos do teatro para as telas do cinema, televisão, internet e que mergulha também na escrita. Nos últimos anos tem se dedicado a pesquisar e divulgar o potencial turístico da Amazônia, evidenciando o saber popular, as tradições e hábitos do povo amazônida.

Juraci é formado em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda), especialista em Direção de Criação de Conteúdo, pela Universidade Pompeu Fabra – Barcelona/ESP) e ator de vivência artística. Na televisão, veículo que trabalha há 13 anos, se destaca na criação de produções audiovisuais inéditas, como o reality “Chef de Casa” e o programa de turismo regional “Rolê”, exibidos pelo canal SIC TV, onde assina a Direção de Conteúdo.

O Artista iniciou sua trajetória, através das artes cênicas em teatro, destacando-se em montagens como “Frei Molambo”, texto de Lourdes Ramalho, ganhador do prêmio de melhor ator no V Festival de Teatro da Amazônia, no Estado do Amazonas; o espetáculo infantil “Avoar”, texto de Vladimir Capella, montagem que circulou pela Amazônia Legal, através do SESC Amazônia das Artes. Espetáculos dirigidos pelo Grupo de Teatro Raízes do Porto, com atuação de 30 anos em Rondônia. Estudou interpretação para tv e cinema na escola “Nou Prodigi”, em Barcelona/ESP.

Na telona, estreou como ator no curta “Quimera”, de Tarcísio Lara Puiati (RJ), protagonizou ainda, o filme premiado “Que Assim Seja” (RO), de Érica Pascoal. Sua estreia no cinema como roteirista e diretor é no filme “Balanceia” (RO), dirigiu ainda o curta-metragem “Nazaré: do verde ao barro”, premiado na primeira edição da execução da Lei Aldir Blanc no Estado de Rondônia.

Ainda com recursos da lei, realizou a série de lives “Casa em Cena” (Edital Mary Cyanne), com exibição de três espetáculos de teatro convidados e a pesquisa sobre patrimônio imaterial “Flor do Maracujá: o saber popular no coração do porto-velhense”, pelo edital Alejandro Bedotti.